Projeto de Resolução n.º 83/XVII/1.
Recomenda ao Governo a reforma da Agência Portuguesa do Ambiente e do Instituto
da Conservação da Natureza e das Florestas
Exposição de Motivos
Portugal não pode continuar refém de um Estado que se tornou um obstáculo ao próprio
desenvolvimento sustentável do território. Hoje, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e
o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), em vez de garantirem uma
gestão eficiente dos nossos recursos ambientais e florestais, tornaram-se sinónimo de atraso,
burocracia e opacidade. Projetos estratégicos, desde a conservação da floresta até ao
investimento em energias renováveis, ficam bloqueados por processos intermináveis,
enquanto os problemas ambientais reais continuam sem resposta.
Reformar a APA e o ICNF é uma questão de responsabilidade e de justiça para com todos
os que querem produzir, investir e proteger o ambiente sem ficarem reféns de uma máquina
estatal emperrada e cativada por interesses ideológicos. A descentralização, a digitalização
e a responsabilização são os pilares de uma reforma que colocará estas instituições ao
serviço do país e não contra ele. O Estado deve servir os cidadãos e não ser um entrave à
sua iniciativa.
A APA e o ICNF têm hoje as competências que devem garantir a gestão ambiental e florestal,
mas estão marcados por entraves burocráticos, falta de transparência e ineficiência
operacional. A complexidade dos processos administrativos, a morosidade na atribuição de
licenças e a falta de articulação entre estas entidades criam obstáculos ao desenvolvimento
sustentável e à valorização do território. Além disso, a ausência de responsabilização efetiva
torna as tomadas de decisões lentas e desajustadas às necessidades do país.
É comum, atualmente, culpabilizar a APA e o ICNF pelo entrave nos processos, pelo avanço
ou bloqueio de projetos, devido aos seus pareceres. Enquanto nuns processos se critica o
bloqueio, noutros critica-se a aprovação. Já pouca ou nenhuma confiança resta nestas
instituições. É necessário que as instituições sejam credíveis, confiáveis e que os seus
pareceres não sejam questionados, cumprindo com a legislação em vigor e com o seu
mandato.
A título de exemplo, o ICNF declarou, relativamente a um projeto para hibridização de uma
central fotovoltaica que pretendia instalar 25 aerogeradores, que o projeto devia ter menos
torres eólicas, aerogeradores sem pás e que se garanta a formação de ornitólogos. Esta
propostas constituem uma resposta negativa ao avanço do projeto, com base em dogmas
ideológicos internos da instituição que não servem o interesse público nem acompanham o
Plano Nacional de Energia e Clima 2030 (PNEC 2030). E assim, sem responsabilização
interna, um projeto de energias renováveis vê os seus dias contados.
Outro exemplo que espantou o setor no fim de 2024 foi o chumbo, por parte da APA e do
ICNF, da instalação de painéis solares flutuantes que fora atribuída num leilão promovido
pelo próprio Governo em barragens que tinham sido pré-selecionadas pela própria APA, em
2022, para a exploração de energia fotovoltaica.
Esta incoerência levou a que em fevereiro de 2025, a empresa avançasse com uma ação
judicial a contestar o parecer negativo a um projeto que lhe foi atribuído por concurso público.
Novamente, uma instituição pública atrasa e retira confiança às instituições públicas.
A falta de previsibilidade e a arbitrariedade de decisões afastam investimento, prejudicam
agricultores e produtores florestais, bem como pescadores e investidores e criam uma
economia ambiental disfuncional. Não é possível continuar a compactuar com um sistema
onde as regras são opacas, as decisões imprevisíveis e a ineficiência das entidades públicas
trava o progresso.
É necessário ter a ambição de reduzir a burocracia, melhorar a gestão dos recursos naturais
e aumentar a transparência na tomada de decisões, garantindo que estas entidades atuem
como facilitadoras e não como barreiras ao desenvolvimento sustentável.
É urgente atribuir a decisão dos processos ambientais a uma entidade única, reestruturada e
comprometida, de forma a devolver a credibilidade e a confiança às instituições públicas,
defender o interesse público e o compromisso de Portugal com os compromissos assumidos
a nível nacional e internacional. É urgente não compactuar com a impunidade e poder cego
que as entidades ambientais hoje desempenham.
Por estes motivos, uma reforma estrutural da APA e do ICNF para garantir maior agilidade,
eficácia e previsibilidade nas suas funções é essencial. A título de exemplo, a Agência para
o Clima (ApC), criada na legislatura anterior Decreto-Lei n.º 122/2024, de 31 de dezembro,
pode albergar várias das funções agora distribuídas tanto pelo ICNF e pela APA, no que
refere a competências redundantes.
Pretendemos, de igual modo, iniciar o processo de fusão da APA e do ICNF de modo a
integrar numa única agência as demais funções hoje dispersas e redundantes. Não bastará
transferir funções e recursos de uma entidade para outra; a integração de funções e
competências deve ser um processo sério gerido com responsabilidade e alinhado com os
objetivos de um Portugal sustentável, tecnológico, científico e próspero, e não de uma visão
purista e desatualizada das políticas de ambiente.
O Governo precisa de ter a coragem de reformar realmente o Estado, precisa de articular os
seus ministérios em prol do desenvolvimento do país e precisa e intervir no que hoje acontece
no setor da energia e do ambiente em Portugal.
Por conseguinte, tendo em consideração o acima exposto, ao abrigo da alínea b) do número
1 do artigo 4.º do Regimento da Assembleia da República, o Grupo Parlamentar da Iniciativa
Liberal apresenta o seguinte Projeto de Resolução:
Resolução
Ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, a Assembleia da
República delibera recomendar ao Governo:
1. Iniciar a fusão da APA e do ICNF para evitar sobreposição de atribuições, permitindo
uma atuação mais eficiente e transparente.
2. Transferir departamentos presentes na APA e no ICNF para a Agência para o Clima.
3. Rever as entidades intervenientes na ação de planeamento, tomada de decisão,
gestão e preservação ambiental, agrícola e florestal para uma menor dispersão de
competências e agilização de processos.
4. Criar um portal único de processos ambientais e florestais que agregue pedidos,
licenciamentos e monitorização, reduzindo tempos de espera e aumentando a
previsibilidade para cidadãos e empresas.
5. Implementar mecanismos de avaliação e auditoria externa para assegurar que a
descentralização não compromete o rigor ambiental e florestal.
6. Adotar um modelo digital de submissão e avaliação de pedidos, com prazos
vinculativos para resposta, impedindo atrasos injustificados.
7. Utilizar inteligência artificial e big data para a análise de riscos ambientais e florestais,
permitindo decisões mais fundamentadas e céleres.
8. Introduzir métricas de desempenho para avaliar a eficácia das entidades e
responsabilizar gestores públicos por atrasos e más práticas.
9. Criar um mecanismo de feedback obrigatório, onde empresas, empresários e
cidadãos possam reportar bloqueios administrativos e sugerir melhorias.
10. Aplicar penalizações a gestores públicos e decisores que, sem justificação, impeçam
ou atrasem a concretização de projetos sustentáveis
Palácio de São Bento, 27 de junho de 2025
Os Deputados da Iniciativa Liberal,
Jorge Miguel Teixeira
Angélique da Teresa
Carlos Guimarães Pinto
Joana Cordeiro
Mariana Leitão
Mário Amorim Lopes
Miguel Rangel
Rodrigo Saraiva
Rui Rocha
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Publicação — DAR II série A — 77-78 - 27/06/2025
27 DEJUNHO DE 2025
PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 83/XVII/1.ª
RECOMENDA AO GOVERNO A REFORMA DA AGÊNCIA PORTUGUESA DO AMBIENTE E DO
INSTITUTO DA CONSERVAÇÃO DA NATUREZA E DAS FLORESTAS
Exposição de motivos
Portugal não pode continuar refém de um Estado que se tornou um obstáculo ao próprio desenvolvimento
sustentável do território. Hoje, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e o Instituto da Conservação da
Natureza e das Florestas (ICNF), em vez de garantirem uma gestão eficiente dos nossos recursos ambientais e
florestais, tornaram-se sinónimo de atraso, burocracia e opacidade. Projetos estratégicos, desde a conservação
da floresta até ao investimento em energias renováveis, ficam bloqueados por processos intermináveis,
enquanto os problemas ambientais reais continuam sem resposta.
Reformar a APA e o ICNF é uma questão de responsabilidade e de justiça para com todos os que querem
produzir, investir e proteger o ambiente sem ficarem reféns de uma máquina estatal emperrada e cativada por
interesses ideológicos. A descentralização, a digitalização e a responsabilização são os pilares de uma reforma
que colocará estas instituições ao serviço do País e não contra ele. O Estado deve servir os cidadãos e não ser
um entrave à sua iniciativa.
A APA e o ICNF têm hoje as competências que devem garantir a gestão ambiental e florestal, mas estão
marcados por entraves burocráticos, falta de transparência e ineficiência operacional. A complexidade dos
processos administrativos, a morosidade na atribuição de licenças e a falta de articulação entre estas entidades
criam obstáculos ao desenvolvimento sustentável e à valorização do território. Além disso, a ausência de
responsabilização efetiva torna as tomadas de decisões lentas e desajustadas às necessidades do País.
É comum, atualmente, culpabilizar a APA e o ICNF pelo entrave nos processos, pelo avanço ou bloqueio de
projetos, devido aos seus pareceres. Enquanto nuns processos se critica o bloqueio, noutros critica-se a
aprovação. Já pouca ou nenhuma confiança resta nestas instituições. É necessário que as instituições sejam
credíveis, confiáveis, e que os seus pareceres não sejam questionados, cumprindo com a legislação em vigor e
com o seu mandato.
A título de exemplo, o ICNF declarou, relativamente a um projeto para hibridização de uma central fotovoltaica
que pretendia instalar 25 aerogeradores, que o projeto devia ter menos torres eólicas, aerogeradores sem pás
e que se garantisse a formação de ornitólogos. Estas propostas constituem uma resposta negativa ao avanço
do projeto, com base em dogmas ideológicos internos da instituição que não servem o interesse público nem
acompanham o Plano Nacional de Energia e Clima 2030 (PNEC 2030). E assim, sem responsabilização interna,
um projeto de energias renováveis vê os seus dias contados.
Outro exemplo que espantou o sector no fim de 2024 foi o chumbo, por parte da APA e do ICNF, da instalação
de painéis solares flutuantes que fora atribuída num leilão promovido pelo próprio Governo em barragens que
tinham sido pré-selecionadas pela própria APA, em 2022, para a exploração de energia fotovoltaica.
Esta incoerência levou a que, em fevereiro de 2025, a empresa avançasse com uma ação judicial a contestar
o parecer negativo a um projeto que lhe foi atribuído por concurso público. Novamente, uma instituição pública
atrasa e retira confiança às instituições públicas.
A falta de previsibilidade e a arbitrariedade de decisões afastam investimento, prejudicam agricultores e
produtores florestais, bem como pescadores e investidores, e criam uma economia ambiental disfuncional. Não
é possível continuar a compactuar com um sistema onde as regras são opacas, as decisões imprevisíveis e a
ineficiência das entidades públicas trava o progresso.
É necessário ter a ambição de reduzir a burocracia, melhorar a gestão dos recursos naturais e aumentar a
transparência na tomada de decisões, garantindo que estas entidades atuem como facilitadoras e não como
barreiras ao desenvolvimento sustentável.
É urgente atribuir a decisão dos processos ambientais a uma entidade única, reestruturada e comprometida,
de forma a devolver a credibilidade e a confiança às instituições públicas, defender o interesse público e o
compromisso de Portugal com os compromissos assumidos a nível nacional e internacional. É urgente não
compactuar com a impunidade e poder cego que as entidades ambientais hoje desempenham.
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Apreciação — DAR I série — 48-53 - 04/07/2025
I SÉRIE — NÚMERO 8
Como a Sr.ª Deputada não está, passamos então a palavra, igualmente para uma intervenção, ao
Sr. Deputado Jorge Pinto, do Livre.
O Sr. Jorge Pinto (L): — Sr. Presidente, Sr.as e Srs. Deputados: Começo por saudar os peticionários desta
tão importante petição, agradecendo-lhes a oportunidade de trazer este debate a esta Câmara e de o Livre
poder apresentar propostas que acompanham os vossos desejos.
A participação ativa e consciente dos nossos concidadãos é fundamental para dar voz às preocupações
ambientais que afetam o nosso País, mostrando que a proteção dos nossos ecossistemas é uma causa de
todas e de todos. E é por isso que hoje trazemos uma recomendação para que se implemente, com urgência,
o plano de gestão da serra da Lousã e se reforcem os recursos e a formação das entidades responsáveis pela
fiscalização e gestão das áreas classificadas.
Propomos, ainda, a utilização de soluções baseadas na natureza como a reintrodução de grandes
herbívoros para manter e ampliar a rede de prevenção de incêndios e renaturalizar esta área.
A serra da Lousã é, reconhecidamente, um local com uma riqueza notável no que diz respeito à
biodiversidade, no centro de Portugal, e é por isso que faz parte da Rede Natura 2000. Tem, no entanto,
enfrentado ameaças cada vez mais prementes, como a fragmentação dos habitat, a proliferação de espécies
invasoras, a pressão do turismo, o desordenamento do território ou o risco cada vez mais alto de incêndios,
agravado pelo intensificar das alterações climáticas e pelo abandono do mundo rural.
A questão dos cortes rasos não é nova para nós e já noutros anos se questionou esta prática que, sendo
importante em determinadas situações, tem de ser aplicada com parcimónia, cuidado e sustentação nos factos
e nas necessidades reais.
Por estes dias, uma notícia dava conta de que, entre fogos e cortes, a perda de cobertura florestal em
Portugal entre os anos 2016 e 2023 foi de 693 000 ha, mais de metade da perda total registada entre 2001 e
2023. Desde esse período, o ano de 2017 foi o que mais contribuiu para esta perda. Mais de 131 000 ha de
cobertura florestal desapareceram no nosso País.
Esta é uma tendência que temos de reverter. A inexistência de uma estratégia integrada para o uso e
conservação dos recursos florestais dificulta a prevenção de incêndios, a regeneração das espécies nativas e
até a valorização económica e ambiental das nossas florestas.
De forma complementar, consideramos que é importante aumentar a proteção dada à floresta nativa, como
é o caso dos carvalhais. Estes, outrora dominantes em áreas vastas do nosso território nacional, têm vindo a
desaparecer drasticamente, reduzidos devido à pressão da agricultura intensiva, da expansão urbana, das
plantações de espécies exóticas e dos fogos florestais.
Em 2001, um decreto-lei estabeleceu um quadro legal para a proteção do sobreiro e da azinheira,
reconhecendo a sua importância ecológica, económica e cultural. Por diversas razões, os carvalhos ficaram de
fora dessa proteção e é precisamente por isso que queremos protegê-los. Trata-se de um passo crucial,
apoiado pela ciência, e a verdade é que as florestas autóctones aumentam a resiliência do meio envolvente
em eventos extremos como secas, inundações e incêndios, tornando as paisagens naturais mais protegidas.
Muito obrigado pela vossa iniciativa. No que depender do Livre, contarão com o nosso apoio.
Aplausos do L.
O Sr. Presidente (Diogo Pacheco de Amorim): — Tem a palavra, para uma intervenção, o Sr. Deputado
Miguel Costa Matos, do Partido Socialista.
O Sr. Miguel Matos (PS): — Sr. Presidente, Sr.as e Srs. Deputados: Todos os anos a floresta arde, o País
ferve e depois esquece-se.
O Sr. Pedro Pinto (CH): — É verdade!
O Sr. Miguel Matos (PS): — Portugal é o segundo país da Europa que mais floresta perdeu desde o início
do século — 54 % da nossa cobertura florestal.
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Votação na generalidade — DAR I série — 93-93 - 05/07/2025
5 DE JULHO DE 2025
Vamos votar, na generalidade, o Projeto de Lei n.º 57/XVII/1.ª (L) — Altera o Decreto-Lei n.º 169/2001, de 25
de maio, estendendo as suas medidas de proteção aos carvalhos.
Submetido à votação, foi rejeitado, com os votos contra do PSD, da IL e do CDS-PP, os votos a favor do L,
do PCP, do BE, do PAN e do JPP e as abstenções do CH e do PS.
Vamos passar ao Projeto de Lei n.º 65/XVII/1.ª (PS) — Reforça as regras de corte de árvores e harmoniza
regimes contraordenacionais em matéria florestal.
Tem a palavra o Sr. Deputado Eurico Brilhante Dias.
O Sr. Eurico Brilhante Dias (PS): — Sr. Presidente, o Grupo Parlamentar do Partido Socialista pretende
solicitar a baixa deste projeto de lei à Comissão de Agricultura e Pescas, sem votação. Se não tem o
requerimento escrito, permitia-me, neste momento, com a anuência das outras bancadas, fazê-lo de forma oral.
O Sr. Presidente (Diogo Pacheco de Amorim): — Se as outras bancadas estiverem de acordo…
O Sr. Eurico Brilhante Dias (PS): — Eu creio que todas as bancadas receberam o requerimento.
O Sr. Presidente (Diogo Pacheco de Amorim): — Tem a palavra a Sr.ª Deputada Mariana Leitão.
A Sr.ª Mariana Leitão (IL): — Sr. Presidente, é só para confirmar que as bancadas receberam o pedido de
baixa desta iniciativa à comissão, sem votação.
O Sr. Presidente (Diogo Pacheco de Amorim): — Vamos, então, votar o requerimento, apresentado pelo PS,
de baixa à Comissão de Agricultura e Pescas, sem votação, por 90 dias.
Submetido à votação, foi aprovado por unanimidade.
Vamos agora votar, na generalidade, o Projeto de Resolução n.º 83/XVII/1.ª (IL) — Recomenda ao Governo
a reforma da Agência Portuguesa do Ambiente e do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.
Submetido à votação, foi rejeitado, com os votos contra do PSD, do PS, do L, do PCP, do BE e do PAN, os
votos a favor do CH e da IL e as abstenções do CDS-PP e do JPP.
Passamos à votação, na generalidade, do Projeto de Resolução n.º 84/XVII/1.ª (IL) — Recomenda ao
Governo a criação de um código florestal simplificado.
Submetido à votação, foi rejeitado, com os votos contra do PSD, do PCP, do CDS-PP e do BE, os votos a
favor do CH e da IL e as abstenções do PS, do L, do PAN e do JPP.
Vamos votar, na generalidade, o Projeto de Resolução n.º 85/XVII/1.ª (IL) — Recomenda ao Governo finalizar
o cadastro dos terrenos e incentivar o emparcelamento da propriedade rural.
Submetido à votação, foi aprovado, com os votos a favor do PSD, do CH, do PS, da IL, do L, do CDS-PP, do
BE, do PAN e do JPP e a abstenção do PCP.
Segue-se a votação, na generalidade, do Projeto de Resolução n.º 100/XVII/1.ª (L) — Recomenda a
implementação de medidas de conservação e proteção da biodiversidade da serra da Lousã.
Submetido à votação, foi rejeitado, com os votos contra do PSD e do CDS-PP, os votos a favor do PS, do L,
do BE, do PAN e do JPP e as abstenções do CH, da IL e do PCP.
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